MONITORAMENTO DE PROTEÇÃO

 Fusível queimou, disjuntor desligou, o LED avisou!

É muito comum ainda a existência de fusíveis em instalações elétricas para proteção nos circuitos elétricos, e na queima de um fusível, até se identifique qual deles queimou, muito tempo passou. Com este circuito o alerta é visual, mesmo para a queima de fusível quanto para desarme de disjuntor.

Tipos de Fusíveis

Os dispositivos de proteção têm como principal objetivo proteger os condutores dos circuitos e os aparelhos elétricos de qualquer sobrecarga que produz uma corrente excessiva ou de qualquer curto-circuito que possa acontecer no sistema.

Existem vários tipos de dispositivos de proteção. Entre os mais antigos, os fusíveis, como o próprio nome diz, são aqueles formados por um filamento projetado para suportar um determinado valor de corrente. Quando a corrente que passa por ele ultrapassar este valor limite o filamento se rompe protegendo o circuito. Os elementos fusíveis podem ser de cinco tipos:

Os fusíveis são constituídos geralmente por ligas de materiais como chumbo, estanho, cádmio, bismuto e mercúrio. Essas ligas apresentam baixo ponto de fusão, de 60 a 200o C. Esse baixo ponto de fusão é justificado pelo princípio de funcionamento do fusível, uma vez que o mesmo se funde, interrompe a corrente.

O fusível possui sempre um isolante que o envolve, pois se ele ficar exposto, o arco elétrico que surge durante sua fusão poderá danificar equipamentos vizinhos. O elemento isolante também deve suportar a pressão resultante do arco e a elevação da temperatura do elemento fusível. Os invólucros normalmente utilizados são de cerâmica, papelão, vidro entre outros. A maioria dos invólucros também permite a inspeção visual do estado do elemento fusível.

Cuidado com a qualidade dos fusíveis. Alguns fabricantes não realizam sequer ensaios com o produto e apesar de apresentarem em seu corpo um valor de capacidade de corrente, nem sempre atendem às exigências da norma.

Em instalações residenciais, por questão de segurança, os fusíveis do tipo rolha ou cartucho não são mais permitidos. Devem ser substituídos de preferência por disjuntores.

Disjuntores

Já os disjuntores são dispositivos parecidos com um interruptor comum que permite a interrupção da passagem de corrente. Entretanto o disjuntor não se rompe como o fusível. O disjuntor tem um dispositivo interno automático e, portanto, quando existir algum problema na instalação, ele desarma a chave abrindo assim o circuito. Esse dispositivo é termo-magnético, ou seja, se a temperatura do condutor passar do limite aceitável, isso indica que está existindo uma sobrecarga no sistema e a chave é acionada. Se houver um curto-circuito na instalação, vai existir uma grande variação no campo eletro-magnético do condutor e a chave também vai ser acionada. No entanto, logo que o problema que gerou a sobrecarga ou o curto-circuito for resolvido, o disjuntor poderá ser religado, o que não acontece com os fusíveis que precisam ser trocados.

Para as residências, existem dois tipos básicos de disjuntores disponíveis no mercado:

Americano (NEMA)

Europeu (DIN)

A única diferença entre eles é forma de fixação e o tamanho do módulo. O tipo americano tem módulo de 1″(25.4 mm) e o tipo europeu tem módulo de 17,5 mm, portanto é mais compacto.

Os disjuntores podem ser monofásicos, bifásicos ou trifásicos como podem ser vistos nas figuras acima. Cuidado: não utilize 2 disjuntores monofásicos em circuitos 220V, pois em caso de sobrecarga ou curto-circuito corre-se o risco de somente uma das fases ser desligada; utilizando-se disjuntores bifásicos em circuitos de 220V, em caso de sobrecarga ou curto, as 2 fases serão desligadas.

Circuito para monitoramento

OBS. O componente Diac  onde diz D83 Considere Db3.

Estando o fusível em bom estado, O R1 e R2 continuam com mesmo equilíbrio de potencia não ocorrendo tensão no circuito, mas em caso de queima do fusível vai ocorrer uma diferença de potencial entre R1 e R2 e o circuito será alimentado.

O LED ficará piscando até o fusível ser substituído.

Se preferir poderá levar o circuito demarcado em vermelho para o mais proximo possivel do monitoramento.

Equipe: REDES ELÉTRICAS

 

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 Escrito por redeeletrica


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